sexta-feira, julho 29, 2011

.Parque Ecológico de Hortolândia proporciona lazer e diversão nas férias de julho


Localizado no Jardim Santa Clara II,é um espaço que nestas férias tem oferecido aos moradores do bairro e seus visitantes lazer e diversão.
O parque possui uma Academia com aparelhos voltados para a Terceira Idade,tem jovens que a utilizam também e gerações trocam experiências.
A moradora Luzimar frequenta a academia todas as terças pela manhã e diz que os exercícios ajudam a ter mais disposição.
Em todo o parque uma grande área verde,com belas árvores,lagoa com patos selvagens e garças.
Existe também parquinhos com gangorras,balanços,escorregador,casinha de corda para a diversão das crianças e um pouco de distração para os pais presenciando a brincadeira de seus flihos.
O parque possui o Museu de História Natural,com muitos bichos empalhados e a visitação é gratuita.
Possui o CREAPE Centro de Referência em Educação Ambiental"Parque Escola"que desde 2008 administra o Parque e traz oficinas de reciclagens,caminhadas nas proximidades do seu prédio no próprio parque, mas antes é preciso fazer um agendamento.
Quem gosta de uma comida mineira, o Restaurante da Lagoa não deixa a desejar,e todos são bem vindos.

Jucélia Souza

sábado, julho 23, 2011

Descobrindo os talentos

Kauana Martins,14 anos mora com sua mãe e sua irmã na cidade de Hortolândia.Atualmente cursando a oitava série do ensino fundamental,Kauana têm muitos sonhos.
E um deles já é realidade, ser ginasta . Sua mãe a matriculou na Ginástica Municipal de Hortolândia,quando
Kauana tinha 10 anos.
Disciplina e uma alimentação equilibrada são recomendações da professora,para garantir melhor desempenho e
Kauana segue à risca.
Os ensaios da ginástica são realizados nas quartas e sextas no Ginásio Vitor Savala.
Já participou de competições em cidades do interior e conquistou algumas medalhas.
Sua mãe Gisele é uma grande incentivadora da filha,mas Kauana quer prioridade também aos estudos,quer
ser engenheira civil.



Kauana, tem o sonho de ser ginasta,mas não descuida dos estudos


Jucélia Souza

terça-feira, junho 21, 2011

Dicas de redação para rádio

Por Thais Terosso

De acordo com livro Linguagem Jornalistica de NIlson Lage o  texto adaptado para radio é escrito de forma diferenciada de outros veículos, devido à leitura possivelmente ao vivo que o locutor terá que fazer.
Podemos usar vírgulas e barras para pausas de leitura, facilitando um melhor entendimento da frase dita.
Números, moedas devem ser escritos por extenso, e tudo o que for lido não podem sofrer abreviações.
Roteiros devem ter diferenciação do texto que será lido dos que darão indicação para locução ou sonoplastia. Por exemplo: escreva em versal o que será lido e em minúsculas as indicações.
Nas transmissões ao vivo deve-se evitar o Maximo de improvisação, tenha sempre consigo o texto, as pesquisas, enfim tudo o que será dito.

segunda-feira, junho 20, 2011

Essenciais

Por Tony Claytom

Amigos, gostaria de discorrer aqui, sobre um tema recorrente neste espaço diário de reflexão: a amizade. Que me perdoem aqueles que ao lerem este relato pensem da seguinte forma: "Amizade? Denovo?". Sim amigos, amizade sempre. Mas vejam bem, queria escrever aqui hoje, não somente sobre amizade, mas também falar de amor, reciprocidade, respeito, carinho, admiração, enfim, todos os sentimentos que cercam uma grande e verdadeira amizade.

Durante esta semana, eu fui agraciado com uma das maiores e mais bonitas homenagens que já recebi, Fernando Silva, um velho parceiro, homenageou a mim e a nossa amiga Elisangela Carrenho, e outros amigos também, com um belo texto sobre amizade. Pois bem, gostaria de retribuir e contar um pouco o que é ser amigo de pessoas tão maravilhosas. Conheço Fernando há no minímo uns 13 anos, e desde sempre o adimiro pela inteligência e o seu eterno bom humor. Durante alguns anos ficamos afastados e sequer nos viamos, mas por um desses caprichos do destino, nos reencontramos exatemente na faculdade, e sem saber cursavamos a mesma área, Jornalismo. E aí estamos nós firmes e fortes, seguindo por esse tortuoso caminho, caminho este que nos fez trilhar novamente uma parceria que jamais havia descarrilado, se é que me entendem, pois como já diria o poeta Vinícius de Moraes: "A vida é a arte do encontro embora haja tanto desencontro pela vida".

Já sobre Elisangela, essa foi uma amizade que demorou um pouco mais, pois confesso que no início ela não era uma das minhas pessoas favoritas da turma, mas vejam vocês, nosso elo de ligação foi uma grande amiga citada por Fernando em seu texto: a pequena Cristiane Cardoso. E aqui faço uma ressalva: pequena no tamanho, mas enorme na essência. Pois bem, descoberta a possibilidade de sermos amigos, Elisangela e eu, nos tornamos muito mais que isso e hoje somos cumplíces, parceiros, comparsas, irmãos, enfim uma série de adjetivos que poderia colocar aqui. Mas a dona Lilica Ripilica, que é como carinhosamente eu a chamo, é hoje uma pessoa tão especial e essencial em minha vida, que passando mais do que 2 dias sem falar com ela, parece que o mundo tornou-se um vazio enorme.

Vejam vocês, estamos as portas de mais uma férias de julho, e ao mesmo tempo em que celebro essa providencial parada e penso nas noites de descanso em que terei, penso também em como será chato não tê-los por perto. E observem que o amigo Fernando é um vizinho que está a apenas 4 quadras da minha casa, mas claro o trabalho e os desencontros não nos permite estarmos sempre em contato. Inclusive, nem mesmo consigo ver sempre o amigo José Eduardo, também conhecido como Babão e quem me apresentou a Fernando.

Por fim, gostaria de mais uma vez deixar aqui a imensa admiração, e o enorme carinho que tenho pelos dois, e a sufocante falta que ambos farão ao meu universo nesses dias que se seguirão, mas acima de tudo gostaria de deixar claro o quanto vocês são especiais, essenciais e importantes em minha vida.

Vida que segue...

A Guerra que todos querem ver

O livro A Guerra Dos Tronos, primeiro volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo, do escritor George R.R Martin, vem se tornando um dos mais procurados nas livrarias brasileiras, desde que a rede de TV HBO lançou a série Game Of Thrones, baseada no livro.

Antonia Marinho Silva, vendedora da livraria Pergaminho, localizada em Campinas, afirma que as vendas do livro aumentaram após o projeto da HBO. "Em maio as vendas dos volumes A Guerra dos Tronos e Fúria de Reis - este que é o segundo livro de As Crônicas de Gelo e Fogo -, deram um grande salto. Acho que as pessoas querem ver o que deu origem  ao programa da TV, além é claro da leitura da obra ser muito prazerosa", conclui a vendedora.

Essa informação também pode ser comprovada na revista Veja da primeira semana de maio, que traz o ranking dos livros mais vendidos no país. Até abril, o livro estava em quinto lugar, já em maio, após o lançamento da série pela HBO, o livro já figurava entre os três primeiros.

As Crônicas de Gelo e Fogo são distribuidas no Brasil pela editora Leya, mas apenas dois dos cinco livros da série foram lançados no país. O próximo volume A Tormenta das Espadas, está previsto para chegar em novembro às livrarias brasileiras. Enquanto aguardam a chegada do novo livro, os fãs das obras de Martin, podem ver a série Game Of Thrones na HBO, todos os domingos às 22h.

Veja o trailer da série Game Of Thrones da HBO:

Cobertura inusitada

FERNANDO SILVA

* Texto originalmente publicado no site Grande Prêmio em 20 de junho de 2011

Desde que entrei para o Grande Prêmio, em março de 2010, já viajei mais do que já havia feito antes em toda minha vida. Conheci muitos lugares, como Goiânia, Palmas, Fortaleza e o Jalapão, e voltei para outros de tão agradabilíssima lembrança, como Buenos Aires. Mas o último fim de semana, em São Paulo, perto de casa, marcou talvez uma das coberturas mais inusitadas da minha curta carreira.

Além de setorista ralizístico do site, função que desempenho com enorme prazer, venho fazendo a cobertura da Porsche Cup desde maio, quando voltei à capital argentina, e também tenho cumprido a atividade com grande gosto. Conheci pessoas importantes na carreira; aos poucos, passo a ganhar o respeito das pessoas e também o reconhecimento dos pilotos, e mais importante que tudo, tenho acumulado muita experiência.

São Paulo: cada vez mais saturada. Crédito: Agência Estado
Depois de passar por Buenos Aires e pelo Velopark, era chegada a hora da etapa de Interlagos. E lá fui eu, com a habitual ansiedade e muita disposição. Incrivelmente, ou não, cheguei em Interlagos mais de cinco horas depois de deixar Sumaré. Ônibus do bairro para o centro da cidade, outro do centro de Sumaré para Campinas, mais um de Campinas rumo a São Paulo, um metrô do Tietê ao Jabaquara, e por fim, o último ônibus rumo a Interlagos.

É cada vez mais difícil transitar por São Paulo, cidade bastante saturada há muitos anos. Eu, como oriundo do interior, às vezes ainda me impressiono um pouco. Normal. Mas a epopeia fora cumprida, e lá estava eu presente ao templo sagrado do automobilismo brasileiro, como eu gosto de dizer.

Ainda na sexta, fui surpreendido com um convite para ser comentarista por um dia no Speed Channel em espanhol. O fato é que o titular da posição não estava lá muito bem de saúde e fui chamado para ficar de stand-by. Eu prontamente aceitei, mas com a absoluta certeza de que não estrearia na televisão no dia seguinte.

Sem pensar muito nisso, já estava planejando o descanso depois de tamanha maratona para chegar em São Paulo. Mas com os hotéis da região de Interlagos lotados, restou a mim uma vaga em um motel lá perto, na rua do portão 7. Confesso que foi estranho, jamais havia ido a um motel sozinho. Quando você está sozinho, solteiro, às vezes um motel não é lá um lugar de boas lembranças. Mas ignorei os fatos. O quarto era bem honesto até... Não preciso de muito, pra falar a verdade, não ligo nada para conforto. Apenas um chuveiro e uma cama bastam para mim. Chegou a manhã, pedi o café da manhã e tal... veio até uma jarrinha de leite. Mas eu, Fernandão, tomar leite em motel? JAMAIS.

Pontualmente às 8h, já estava a postos lá na sala de imprensa de Interlagos para aquele que seria o dia de trabalho mais louco da minha curta carreira. Depois de falar com os guerreiros na redação, fui confirmado como comentarista oficial da prova para a América Latina. E lá fui eu com o cu na mão, mas fui.

Em tempo: nem mesmo na minha gloriosa faculdade de jornalismo eu tive muitas aulas de televisão. Experiência zero. Lá fui eu, nervoso e trêmulo para comentar as três corridas da Porsche Cup — duas da Cup e uma do Challenge — para toda a América Latina. Não fui lá muito bem, é preciso dizer. O nervosismo ajudou (ou atrapalhou), e troquei várias palavras e confundi os idiomas em outras tantas vezes. Era o Vanderlei Luxemburgo, mestre do idioma espanhol em sua jornada pelo Real Madrid, sua versão sumareense. Sobrevivi, depois de suar muito, como diria um amigo meu, e estou aqui para contar essa estreia desastrosa na televisão mundial. Mas valeu.

Passado o nervosismo e as transmissões, quando saí da cabine, dei de cara com Alexandre Barros, um mito da motovelocidade. Não é qualquer um, como mostra o vídeo abaixo. Eu me lembro de ter visto o cara correr desde 1990, quer dizer, desde quando tinha dez anos. Sinal que o Fernandão tá ficando velho. Vi o Alex falando sobre sua lesão no ombro e seu processo de recuperação. Vale lembrar sempre que o Barros correu (e bem) na Porsche Cup no ano passado. É provável que ele volte em breve.



E finalmente, depois de muita batalha e procura, consegui achar o Rodrigo Pessoa, o ‘alvo’ do fim de semana. Eu e mais dois colegas de trabalho tivemos de esperar o cavaleiro, e agora piloto, sair do banheiro para agilizar a entrevista. Foi a primeira vez que entrevistei um campeão olímpico. Mas acho que quem ganhou a medalha de ouro fui eu. O fim de semana mais louco, inusitado e completo da minha carreira terminou assim, com chave de ouro. 

quinta-feira, junho 16, 2011

Diretor da UNIESP Hortolândia afirma: “Nossos alunos não serão prejudicados”

Natalício Martins Souza é casado com uma professora de psicologia e pai de dois filhos. Formado em História, em Amparo, iniciou sua trajetória acadêmica em Itararé, onde passou a lecionar na escola adventista. No ano de 2002 chegou à Hortolândia, trabalhou na prefeitura da cidade e em outras empresas até chegar à direção da UNIESP. Conheça um pouco mais sobre o novo diretor da faculdade na entrevista a seguir.

Fernando Silva (3º ano de Jornalismo): Quais são os projetos para a área de Comunicação na faculdade, nesse próximo 1 ano e meio que temos de curso pela frente?

NM: Apesar do pouco tempo que tive para conversar com os coordenadores, para a área de comunicação, penso que seria interessante termos congressos, intercâmbios e palestras com profissionais da área, para melhor direcionamento dos alunos no mercado de trabalho.

Stephânia Walker (3º ano de Jornalismo): O senhor confirma que ainda este ano teremos novos cursos na grade curricular da faculdade?

NM: Se possível já no 2º semestre teremos os cursos de Pedagogia e Letras, já estamos pensando em toda a logística em torno da montagem dos cursos, como: contratação de coordenadores e formação do corpo docente.

Ebrain Augusto (4º ano de Jornalismo): O senhor está a par do histórico recente da faculdade em torno de greves e protestos ocorridos? Que providências pretende tomar para que isso não volte a acontecer?

NM: Tenho conhecimento e acredito que investir numa boa estrutura e na comunicação com os alunos é a base para que possamos manter em dia o bom nome da faculdade.

Marcelo Carlos (3º ano de Jornalismo): O senhor acredita que novos cursos irão realmente atender e satisfazer a todos?

NM: Através de uma pesquisa de campo e com a chegada de novas empresas, entendo que iremos atender a necessidade de demanda da cidade e também dos novos alunos.

Fabiana (1º ano de Análise de Sistemas): Quais são os projetos para os alunos que estão iniciando a faculdade, em termos de mercado de trabalho?

NM: Através de convênios, até em razão da grande demanda de empresas na cidade, a ideia é que os alunos possam ter os seus anos de estudo aproveitados por essas empresas.

Josiane (3º ano de Publicidade e Propaganda): Teremos a contratação de novos professores?

NM: De acordo a necessidade dos cursos, pretendemos sim contratar novos professores, mas gostaria de deixar claro aos que estão no 3º ou 4º anos de seus respectivos cursos, que sob-hipótese alguma nossos alunos serão prejudicados.